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Corretivos – tons e cobertura

19 jul

Uma coisa que tenho observado é a dificuldade que é encontrar um corretivo bom (com uma cobertura legal), no tom exato de sua pele e numa textura agradável aqui no Brasil. As marcas lançam coisas muito esquizofrênicas e pouquíssimos tons! Vocês já viram o tom é o mais claro da Elke? É muito escuro!

Problema nº1: Tons

Esses são alguns dos corretivos que seriam mais próximos ao meu tom de pele:

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1 – Duda Molinos Corretivo Facial nº2

2 – Avon Personal Match Neutro

3 – Elke Corretivo Bastão Light 01

4 – Natura Diversa Corretivo Extremo Conforto Claro

Antes eu usava o Natura Corretivo Mix, na cor Claro. Ele acabou e eu esqueci de comprar mais. Hoje eu uso o Duda Molinos para minhas olheiras por se aproximar bastante ao tom do meu rosto (por incrível que pareça). O Avon fica muito claro e o Elke fica alaranjado. O da Natura eu uso eu uso, às vezes, em outras manchinhas.

E eis o problema: todas as marcas restringem-se ao claro/médio/escuro. 3 tons. Um claro demais, um com fundo amarelo e outro escuro demais e de menos.

Mas deixando os tons de lado por um momento; o corretivo Duda Molinos é o melhor disparado. Tem uma cobertura muito boa, não acumula muito, é bem sequinho. Eu dei sorte de encontrar o tom adequado para minha pele.

O Avon é muito pegajoso, não dura muito. O da Elke é muito seco, tem uma cobertura fina demais e não dura nada.

E na minha opinião, se você vai usar um corretivo ele PRECISA ter uma cobertura excelente. Senão uma boa base já cobre tudo. E é por isso que o ideal é aplicar a base antes do corretivo.

Problema nº 2: Cobertura

Existe aquelas leis não-escritas da maquiagem, tipo “Corretivo Bastão tem cobertura mais espessa”. Mentira sem tamanho. O corretivo líquido da Contem 1 g (assim como o DM) tem uma cobertura ótima e é vendido em vários tons (uns 7, eu acho). O da Tracta também é muito bem recomendado por aí.

A dica é testar sempre. E no rosto. Com uma luz boa. Seria pedir demais? Quando você achar um corretivo para chamar de seu, você saberá.

Dossiê Elke

26 jun

Como eu já falei algumas vezes a Elke é uma marca de confiança. Uma boa parte dos produtos deles são de excelente qualidade e não ficam muito atrás de coisitchas caressimas que vemos por aí. Pensando nisso eu fiz uma seleçãozinha dos produtos que eu mais gosto e o porquê:

Base líquida

A base líquida de Elke não é oil free, mas ainda assim é bem sequinha. Tem uma cobertura média, ótima para o dia a dia. Pra cinema ela não serve, justamente pela cobertura fina, em meia hora de luz de estúdio ela já era. Mas é uma excelente aquisição, com um preço muito legal (uns R$11, eu acho).

Pó Facial

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O pó facial é jóia. Eu uso diariamente o translúcido em mim e no trabalho. O pó é bem fininho e dá um efeito lindo, bem aveludado, além de conseguir fixar a make e a oleosidade por um bom tempo.

Batom

A Elke possui a melhor cópia brasileira dos consagrados Hue e Snob da MAC: Batom Nude (197) e Nude Rose (200). Mesmo havendo altas controvérsias sobre isso nos blogs afora (e como eu não tenha cacife $$ para adquirir os tais MACs), as cores ainda são lindas e os batons ainda são ótimos, com boa durabilidade, além de hidratar legal os lábios.

Máscara de Cílios Incolor

Eu não uso Máscara Incolor nos meus cilios e nem em trabalhos, prefiro com cor mesmo. Sagrado seja o ser humano que não precise de volume, cilios mais longos ou qualquer outra coisa. A utilidade real dessa máscara é manter a sobrancelha no lugar, e isso ela faz muito bem.

Pancake

Embora seja uma pena o número limitado de tons de pancake da Elke (5 tons), você consegue fazer miséria com eles. Como eu já disse, pancake é o produto ideal para se usar em maquiagem para cinema (quando não há Kryolan e Air Brush – lógico) e os pancakes da Elke quebram um mega galho.

Minha unica reclamação é que a nova embalagem vem com menos produto que a linha antiga (que era verdinha, meio creuza).

Lápis de Olho

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Reza a lenda que o lápis de olho da Elke é da mesma fábrica que o da Dior, só muda marca e preço. Lendas a parte, o lápis é ótimo e vale a pena possir um.

Essas são os meus preferidos. Já testei outras coisas, mas elas não me conquistaram o coração. O Corretivo em Bastão é um desses: é ok, mas existem bem melhores. Nem sempre você quer taaanta espessura assim de um corretivo.

Bom… estou sempre aberta à sugestões e opiniões… E vou continuar testando o que encontrar pela frente.

Dossiê Lápis para Olhos ou Delinador de Olhos

21 jun

De tempos em tempos eu tenho obsessões. Já tive por pincéis, demaquilantes, máscara. Ultimamente tem sido por lápis de olhos. Resolvi então fazer um dossiê juntando tudo que descobri sobre os lápis e lapiseiras vendidos no Brasil e testei os que eu tenho. Vamos lá…

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O que um lápis precisa para ser bom?

Precisa ter uma boa pigmentação e ser, acima de tudo, macio. O lápis macio é aquele que não irrita o olho e que deixa a cor com facilidade, sem que você precise ficar esfregando o lápis dentro do olho oitocentas vezes

Cores Disponíveis no Brasil:

Avon: Azul, Marrom e Preto  +  Delineador para Esfumar: Preto, Marrom e Violeta

Elke: Marrom, Preto  +  Lapiseira: Marrom, Preto e Violeta

Panvel: Azul, Marrom, Preto, Verde  +   Lapiseira Retrátil: Branco, Preto, Marrom

Contém 1g: Preto, Branco, Pele, Duo Preto/Marrom  +  Retrátil: Old Bronze e Grafite

Lâncome: Preto e Marrom

Marcelo Beauty: Beringela, Preto, Marrom, Branco, Pele, Cinza, Azul

Vult: Marrom e Preto  +  Delineador Retrátil: Branco, Pele, Violeta, Verde, Preto, Marrom, Azul e Prata

Boticário: Bronze, Marrom, Marinho Preto e Jade (Verde)

L’oreal: Preto, Marrom e Azul

Natura: Verde, Marinho, Dourado, Branco Perolado, Prata, Marrom, Preto, Lilás, Grafite, Azul, Branco.

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Produtos Testados:

Natura Unica (fora de linha), Avon Color Trend (R$6,00), Elke (R$11,00), Lâncome Le Crayon Khôl Waterproof (R$96,00), Cores e Brilhos Retrátil (R$6,00), Panvel MakeuUp Retrátil (R$4,80), Marcelo Beauty (R$9,00), Vult (R$6,80), Contém 1g (R$13,00).

Impressões Gerais e Metodologia de Teste:

O primeiro teste que fiz foi com riscos no braço comparando cor, durabilidade, brilho e grossura. Optei por testar somente algumas cores; violeta/lilás/berinjela (cada marca dá um nome!), preto e natural/pele. Depois disso usei cada um durante um periodo do dia. Alguns perderam pontos pela embalagem ruim (leia-se Cores e Brilhos) e por quebrarem na primeira utilização (leia-se Cores e Brilhos novamente).

Considerações:

No caso dos lápis violeta/lilás/berinjela testei Marcelo Beauty, Vult e Elke. Abrindo bem o jogo devo dizer que nenhum dos três é muito bom. A começar que a cor simplismente não pega. Tem que ser insistente. Aí eu li em algum lugar que deveria aquecer um pouco a ponta do lápis (no caso, o da Marcelo Beauty) para a cor aparecer. E isso deu certo. Em termos de durabilidade o vencedor do teste do braço foi a retrátil da Vult, sem dúvida. O que incomodou foi o seu brilho; tem muito.

Nos lápis e lapiseiras pretos o páreo é mais duro. Dentre os concorrentes estão Natura, Avon, Elke, Lâncome, Cores e Brilhos e Panvel. Sei que foi desleal colocar Lâncome no meio das creuzas, mas acho que a comparação é necessária. Como já falei o lápis retrátil da Cores e Brilhos é meio fuleiro demais: ele quebrou de cara. E a cor não dura nadinha. Não presta. O falecido retrátil Natura Unica é excelente: super macio, dura horrores. Infelizmente não está mais no mercado, mas fica a homenagem póstuma. CT078

O da Panvel impressionou: tem uma embalagem capenga e é baratinho, mas é bem macio, tem a cor bem forte e faz um traço bem fino, mesmo quando já está meio gasto. O khôl Lâncome é excelente, o melhor de todos no quesito maciez e o melhor para esfumar. Mas não é a 8a maravilha na durabilidade e borra no meio da balada.

Por fim temos Elke, cuja lenda diz que é produzido na mesma fábrica que os lápis Dior, na Alemanha. Sem dúvida ele é bom, mas será que é um Dior? Não sei… nunca usei o Dior. O fato é que ele é bem macio (mas não muito) e tem um durabilidade jóia. Ele borra menos que o Lâncome, mas também borra.

Enfim temos os lápis/lapiseira natural/pele. Testei Contém 1g, Vult e Marcelo Beauty. Sem grandes divagações já digo que o da Vult, de longe, é o melhor (na minha opinião, claro). A cor pega bem, deixa o olho bem iluminado, dura horrores e é super macio. Os outros dois ensaiam um lápis, mas só sujam os cílios inferiores.

Em suma acredito que estamos bem servidos de lápis do Brasil. Temos coisas muito boas e baratas. Acho que a onda do lápis colorido é um pouco passageira. Lembro de quando eu era pré-adolecente, no final dos anos 90, que era moda usar lápis branco bem forte como delineador e hoje não consigo lembrar de nada mais brega do que aquilo. Por isso, se a grana tá curta não se iluda comprando lápis beringela ou verde. É válido ter basicamente um lápis preto muito bom, um marrom, um branco e um pele.

Pra fechar esse dossiê/análise gostaria de fazer uma menção honrosa ao lápis branco da Vult que é sensacional.

Pancake

26 mai

O Pancake foi criado por Max Factor em 1935 para uso em filmes. Sua vantagem é que ele une a base e o pó num único produto. O produto se tornou tão popular que em 1930 uma em cada 3 mulheres que viviam nos Estados Unidos o possuiam.

Pancake é uma maquiagem que não é a base de óleo e que oferece uma cobertura bastante espessa na pele. Para aplica-lo é necessário o uso de uma esponja porosa (e não de latex). Molhe em a esponja agua corrente e retire o excesso de água pressionando a esponja até não sair mais nem um pingo.

O uso do pancake não é recomendado para pessoas com pele seca, pois o produto não é a base de óleo, repuxando a pele. Outra contra-indicação é para pessoas com pele madura, pois por sua cobertura espessa marca bastante as rugas de expressão.

Eu acredito que o pancake não seja a cobertura mais adequada para uso diário. Por mais que alguns profissionais insistam que não existe maquiagem oil free e só o pancake é ideal para peles oleosas, eu insisto que o pancake deva ser usado somente na maquiagem artística e na balada (por sua boa fixação).  

Alguns Pancakes encontrados no Brasil:

Elke (R$12,00) – É um excelente pancake; ótima fixação e boa espessura. Possui 5 tons que variam entre

Cores e Brilhos (R$8,00) – É um pancake ok. Tem 4 tons que se restringem aos beges. Mais aconselhavem para maquiagem de teatro do que para o dia a dia.  

Payot (R$26,00) – nunca testei.

Catharine Hill (R$35,00) – O melhor que já encontrei. Possui 11 tons, abrangendo todos os fundos de pele.

Marcelo Beauty (R$13,00) – Também é um bom pancake. O único problema é a limitação de tons: possui somente 4.

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Curso de Maquiagem Elke

20 mai

Estava passeando bela e formosa pelo centro de Florianópolis quando vejo um banner na frente de uma loja de cosméticos “Curso de Maquiagem Elke Dia 19/05 Inscrições gratuitas”. Já tinha lido em outros blogs sobre o curso que a Elke provove, então decidi dar uma olhada. Imediatamente me matriculei e coloquei o nome de uma amiga junto. Hoje, na hora marcada, fui assistir o tal curso.

O curso realmente foi uma vitrine dos produtos da Elke, mas de uma forma bem sutil e nem um pouco agressiva. Eu respeito muito a Elke e uso os produtos tanto no trabalho quanto no dia a dia, pois acho que essa marca preza pela qualidade dos produtos mantendo um preço acessível.  Dinho, o maquiador, deu dicas muito interessantes e informações curiosas sobre os produtos. Falou que o fabricante do lápis de olhos e das lapiseiras é o mesmo da Dior, por exemplo. Falou também que não existe base oil-free (o que eu achei bem duvidoso) e que pessoas com pele oleosa deviam usar somente pancake (o que eu achei um crime).

Outro crime cometido pelo maquiador foi aplicar várias coisas com os dedos. Sou meio ortodoxa quanto a isso, e aprendi com minha professora de maquiagem do SENAC: você jamais vai usar seus dedos numa maquiagem (pelo menos profissionalmente)! Seus dedos carregam oleosidade que vai influenciar na qualidade da aplicação dos produtos. Tá, tudo bem que ali a proposta era “auto-maquiagem” (aparentemente) e as pessoas podem por seus dedinhos na própria cara. Mas eu tenho certeza que se a Elke fabricasse pincéis ou potencializador de sombra ele não pregaria que a sombra fica mais intensa se aplicada com o dedo!

Mas voltando às informações legais: ele comentou que aquele hábito que toda mulher tem de ficar “batendo” com a escovinha da máscara dentro do frasco estraga o produto, pois permite a entrada de ar comprido.  Outra dica bem legal: pessoas com boca pequena devem evitar batons opacos, ou seja, optar por tons cintilantes.

Em suma foram duas horas até que bem aproveitadas. A maquiagem da modelo ficou super legal (mas não muito natural, como o maquiador afirmava estar) e deu pra conhecer os produtos da Elke. É aquele tipo de curso que quem não sabe nada de maquiagem bóia, quem sabe um pouco aproveita e quem sabe bastante abomina. Mas é sempre uma oportunidade de aprender, né?

Só fiquei curiosa para testar o lápis de olhos e ver se ele é “como um Dior”.

Resenha: Dream Matte Mousse – Maybelline

19 mai

dream-matte-mousseDepois de muito bafafá sobre essa base eu decidi testá-la. O primeiro ponto ela ganhou no preço e o segundo é na acessibilidade (é super fácil de encontrá-la!). No primeiro dia que eu testei já foi um verdadeiro desafio: o céu desabava de chuva e o dia extremamente abafado. Passei a base com o Pincel de Base Marco Boni e finalizei com o Pó translucido da Elke.

Eu acho que a textura aerada dificulta um pouco a aplicação dessa base. Nem pense em usar esponja. Os dedos? Pode ser. Mas o ideal mesmo é um pincel estilo o pó/base do Boticário.

Outra coisa que me surpreendeu foi como ela é matificante. Tenho pele mista, mas não muuito oleosa na zona T e ela conseguiu segurar o brilho com tranquilidade por umas 6 horas.

Meu primeiro espanto foi que o Light 4 é exatamente o tom da minha pele (muita sorte…). O segundo espanto foi a textura da base e o acabamento que ela dá. E, por fim, foi a durabilidade: peguei chuva, num dia quente e quando voltei pra casa lá estava ela.

Infelizmente aqui no brasil só são vendidos 5 tons. Se você encontrar o seu: excelente! Eu recomendo.

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